A preocupação desnecessária com as feministas

Artigos, Política, Sociedade

FEMINISTA-1-3

Com a ascensão do conservadorismo no Brasil durante a última campanha para à presidência da república, muito se falou no movimento das feministas. E de forma errada, muitos criticaram as mulheres que se consideram feministas.

Antes de mais nada, quero deixar claro que não apoio o exagero, como por exemplo, o de muitas que se dizem feministas e acham que se um homem, no meio da multidão, esbarrar nelas, já é assédio. Muitas, ao serem levemente tocadas, já fazem um verdadeiro escândalo. Ao invés de, pelo ao menos, conversarem com calma e educação com o sujeito que elas pensam que as assediaram.

O que me fez ser bem mais tolerante com as feministas foi o simples fato de analisar o passado: basicamente, todas as desgraças, guerras e todos os tipos de conflitos, surgiram a partir de desavenças entre os ”malditos” homens. E na maioria das vezes, vamos ser sinceros, por motivos bem idiotas! Então, surge a mulher, querendo ter direitos iguais e uma voz tão forte na sociedade quanto a dos homens, e muitos se incomodam, e o pior, iniciam ataques ridículos e infantis contra elas.

O que as feministas muitas das vezes defendem, realmente, gera polêmica, como a questão do aborto. Enquanto muitas mulheres apoiam o aborto apenas em casos de estupro, outras querem o direito de o fazê-lo em qualquer circunstância. E é isto que, na maioria das vezes, fazem elas serem duramente criticadas. Ou também, por alguma ideia ”revolucionária” que surge de vez em quando.

Você não precisa concordar com tudo, mas o movimentos feministas devem sim serem respeitados. Assim como qualquer outra manifestação, desde que ela seja pacífica e esteja aberta ao diálogo. É totalmente errado julgar de forma preconceituosa mulheres, que na maioria das vezes, querem apenas ter voz na sociedade e os mesmo direitos dos homens. Homens estes, que apesar das enormes contribuições e descobertas para a humanidade, fizeram bem mais maldades e provocaram muito mais mortes de inocentes, do que as mulheres.

 

Anúncios

Eu amo os bons empresários

Artigos

e2f4bf93e18da9fa931468f8cdc5732d

Todos os bons empresários têm o meu total apoio. Eu digo os bons. Aqueles que tratam a todos com respeito, incluindo os seus funcionários, e monta um projeto, sério e de confiança. E melhor e mais empolgante ainda se a empresa criada fizer algo diferente e oferecer um serviço ou produto inovador comparado às concorrentes.

Com o sucesso dos empresários, mais empresas surgirão, e centenas, não, milhares de pessoas terão empregos. Todos saem ganhando, os empresários e inúmeras pessoas que estão sempre procurando novas oportunidades de trabalho.

É essencial para um empresário, ter em visão o livre mercado e a livre concorrência. Mas o estado e os impostos sempre atrapalham. Por isso, que em regimes autoritários, onde o governo quer meter a mão até no preço dos produtos e em quanto cada empregado deve ganhar, o país entra em um caos total, e os cidadãos se revoltam contra o seu governante.

Agora, se você que esta lendo, apoia os bons empresários e empreendedores, o livre mercado e a geração de empregos e riqueza, você tem a minha total simpatia. Quando uma empresa nova dá certo, toda a população da cidade só têm a ganhar.

Esquerda ou direita?

Artigos, Política

esquerda-e-direita-na-politica-og

Durante a intensa campanha para dos candidatos à presidência da república de 2018, muito se foi dito da esquerda e também da direita. Se alguém apoiava o candidato Fernando Haddad (PT), era taxado de esquerdista, comunista, marxista. Do outro lado, os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) eram chamados de extrema-direita, fascistas e até de, acreditem, nazistas!

Os esquerdistas aqui no Brasil são as pessoas que defendem o Socialismo, onde o estado controla a economia e tenta, apenas tenta, distribuir a riqueza de forma igual para os cidadãos do país. Eles também tem como característica a defesa das ”minorias” como os negros e a comunidade LBGT. Já a turma da direita, é conhecida por serem em sua maioria, conservadores dos bons costumes. Também defendem na maioria das vezes o armamento, e são contra cotas raciais e contra a divisão das pessoas em ”classes”. Os eleitores de direita têm como característica defender o capitalismo como a melhor forma de se governar e gerar riqueza. Uma referência para os direitistas é a do brasileiro Olavo de Carvalho, professor e filósofo. Já para a turma canhota, o seu ídolo maior é o polêmico pensador revolucionário do século dezenove, o alemão Karl Marx.

O problema com à esquerda é a falta de ideias. Tudo para eles são slogans, panfletagens, mas eles nunca têm pensamentos claros sobre o que eles defendem. Já o pessoal de direita, até que têm bons argumentos, mas mesmo assim, o discurso deles soa muito rude e autoritário na maioria das vezes. E chamar um sujeito de caráter questionável como Bolsonaro, de ”Mito”, como muitos fazem, não ajuda em nada. Assim como ver os esquerdistas adorando e endeusando um presidiário como o ex-presidente Lula, é uma piada de mal gosto.

No meu ponto de vista, analisando e refletindo bem no fundo de minha consciência, eu vejo que isto tudo é tão patético. A pessoa nasce, começa a apreciar diferentes coisas do mundo, estuda, se diverte, conquista amizades, forma um gosto próprio para a música, os livros, os filmes, séries e artes em geral, para então, de uma hora para outra, por causa de algo tão irritante que é a política, se definir apenas se é um ser humano de ESQUERDA ou de DIREITA. Me desculpem, mas isto é patético. Eu jamais irei me definir como direita ou esquerda, um ser humano não pode se definir, definir toda a sua existência para algo tão bobo e sem noção. Por isso, no meio de toda esta tola discussão de direita, esquerda, centro, centro-esquerda, centro-direita, extrema-esquerda, extrema-direita e toda esta baboseira, eu fico comigo mesmo e meus ideais. Não sou nem esquerda, nem direita, sou apenas um ser humano tentando – e conseguindo, modéstia a parte – ficar mais sábio a cada dia que passa. E claro, no meio disto tudo, me divertindo pra caramba.

 

 

 

Pessoas que têm políticos de estimação!

Artigos, Política

marketing-político.jpg

Com a imensa rivalidade entre Bolsonaro e o PT, acabei notei um fato bem curioso nestas eleições que ocorreram em 2018: quando alguém defendia o Bolsonaro, alguém contrário ao ex capitão do exercito aparecia xingando: ”Seu fascista; apoiador de ditaduras; torturador”. E se alguém defendia o Partido dos Trabalhadores, um bolsonarista dizia: ”Seu comunista; defensor de presidiário; ele será mais um poste”. Fiquei sabendo que durante as eleições, amizades foram desfeitas, ou até mesmo, parentes deixaram de se falar.

E existem ainda aqueles que têm políticos de estimação. Alguns é claro, são pagos para fazer campanha. Mas outros, de graça mesmo, saem com adesivos nos carros ou nas motos, fazendo campanha gratuitamente durante o período chamado popularmente de ”festa da democracia”.

E tudo isto para quê? Para políticos que irão, junto do estado, sugar até o último centavo de impostos, irão mandar em nossas vidas e ainda por cima, serão corruptos em sua grande maioria ou farão muita e muita besteira com o nosso dinheiro. Então não, eu jamais irei apoiar a política e o estado, ou irei ter políticos de estimação e muito menos vou brigar com a minha família e com os meus amigos por causa de milionários engravatados que irão mandar em nossas vidas pelos próximos anos. Não, isso não.

Viva a Variedade de Músicas!

Artigos

Viva a Variedade de Músicas.jpg

Há uns tempos atrás, qualquer música internacional que fizesse sucesso no Brasil, era cantada em inglês. Raramente uma música de outro idioma, como espanhol ou francês, fazia sucesso por estas bandas. A base das rádios brasileiras era: sucessos nacionais e sucessos cantados na língua inglesa de países como o Reino Unido, Estados Unidos e alguns hits do Canadá e Austrália. Ou seja, tirando as músicas brazucas, todas as outras eram cantadas em inglês. Claro, estamos falando dos Estados Unidos, que além de ser o país mais popular, tinha desde a década de 50 com Elvis Presley, uma fortíssima indústria musical. E o Reino Unido que despontou na década de 60 com nomes como: The Beatles, The Rolling Stones, Pink Floyd, Led Zeppelin, Black Sabbath, Queen; isto só para citar alguns artistas. O sucesso da música cantada em inglês era tanto, que até artistas de outros países cantavam em inglês. Foi assim com os suecos do ABBA, os noruegueses do A-ha, com o grego Demis Roussos e tantos outros. Até no Brasil tínhamos os nossos exemplos: Pholhas, Dave McLean, dentre outros.

Mas nesta atual década, com a ascensão da internet, as coisas começaram a mudar. Primeiro, tivemos a explosão da música popular sul-coreana: o K-Pop. E pouco depois, a música latina mostrava as caras com: o Reggaeton. O K-Pop tem uma pegada mais dançante, com músicas bem para cima. Algumas música por outro lado, tem um estilo mais romântico e artístico, lembrando até as músicas de abertura de animes. Outra característica marcante dos sul-coreanos são os videoclipes, ou simplesmente, MVs. Se destacam, porque, além da produção caprichada, os vídeos apostam em cores marcantes e também mostram os integrantes do grupo em questão dançando e cantando o tempo todo, lembrando os filmes musicais. Diferente daqueles clipes chatos, onde a banda fica com preguiça de aparecer e o clipe acaba sendo uma chatice sem tamanho com atores aparecendo em um vídeo totalmente tosco e não chamativo. Já as músicas de Reggaeton, mantém a animação do K-Pop, mas com uma pegada bem mais brega, lembrando até os horríveis Sertanejo Universitário e Funk Carioca. Quantos aos videoclipes, além da bela produção, há outro tipo de aposta: as mulheres, que assim como nos vídeos de funk do Brasil, aparecem seminuas e dançando sensualmente. Além destes gêneros já citados, vale destacar também os clipes dos musicais de Bollywood. Muitas das vezes o clipe que é lançado no YouTube, nada mais é, que um trecho de um número musical apresentado no próprio filme em questão. Assim, há a divulgação da música e do filme ao mesmo tempo.

Independentemente da qualidade da música ou do gosto musical da cada um, o fato é que temos que comemorar a enorme diversidade de músicas atualmente; diversidade esta, alcançada graças à internet! Lembro-me que algum tempo atrás, na programação da decadente Jovem Pan Fm, eles só tocavam músicas nacionais e músicas norte-americanas de hip hop e dance. Tem coisa mais nojenta que uma rádio tocar apenas músicas de um país, e ainda por cima, a ”parte ruim” dela? Por isso, eu fico muito feliz com o enorme sucesso de músicas em outras línguas que não sejam o inglês. E a tendência para o futuro é a de melhorar ainda mais.